quarta-feira, 19 de novembro de 2008




hoje só o infinito
o infinito e o meu grito
que estejas bem
que as grinaldas do pranto
te tornem mais bela do que a lua
minha mãe distante
te tornem mais bela do que o mar
que sabe do meu coração a saudade e o imenso
e que estejas serena
completamente segura
segura do amor que me transformou
segura
apenas isso
tudo o que desejo

3 comentários:

Sereia* disse...

Paulo,

sei que não é suposto os leitores apropriarem-se das palavras que são escritas nos blogues alheios,

mas, hoje, só hoje, posso aceitar este poema como prenda de aniversário?

É que é lindo!
E nem é uma apropriação a sério... e uma espécie de dedicatória. Sendo que não foi dedicado a ninguém e que fui eu que me fiz de dedicada :)

Pode ser?
Peço desculpa se me intrometo, assim, com alguma frequência... mas é que não resito!
Espero não te magoar com este meu feitio invasivo :)

Beijos de Sereia*

Sereia* disse...

Paulo,

sei que não é suposto os leitores apropriarem-se das palavras que são escritas nos blogues alheios,

mas, hoje, só hoje, posso aceitar este poema como prenda de aniversário?

É que é lindo!
E nem é uma apropriação a sério... e uma espécie de dedicatória. Sendo que não foi dedicado a ninguém e que fui eu que me fiz de dedicada :)

Pode ser?
Peço desculpa se me intrometo, assim, com alguma frequência... mas é que não resito!
Espero não te magoar com este meu feitio invasivo :)

Beijos de Sereia*

Paulo Feitais disse...

Que nada Sereia...
E qual feitio invasivo.
Nunca te intrometes.
E apropria-te, sim...

beijo!