na fronteira do fim

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Olho e escuto

A treva é o adiamento da luz silente

Não tem fim a quietação dos medos

No rebordo do colapso

Do instante

Da semente que brilha na lâmina do agora

A cortar o couro violáceo da espera

O sangue da criatura eterna que chora

O começo do mundo

Cai em grãos de outros começos

No Abril que se abrir se for possível

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